Maratona Literária de Inverno 3# Semana

Olá gente...

    Estamos chegando na reta final da #MLI2015 e eu estou ficando angustiada, não sei se conseguirei cumprir minha meta...ai ai ai

    E hoje estou aqui com o resumo da leitura da terceira semana dessa maratona (para saber mais sobre a maratona clique aqui). 


    A princípio consegui cumprir minha meta inicial para essa semana, pois havia apenas um único livro (molezinha né?), mas como eu não tinha conseguido ler todos os livros da primeira semana e havia reorganizado as leituras...então atingi apenas metade do meu objetivo...ahhhhhhhhhhhh!




    Os temas sugeridos para essa terceira semana foram: YA Contemporâneo, Chick Lit, Romance e/ou Drama e como não li muitos livros dramáticos nesses últimos tempo, resolvi pegar um do gênero:

Precisamos falar sobre o Kevin 
[Lionel Shriver]
Páginas: 464

Precisamos Falar Sobre o Kevin

Desafios: 
Um livro com mais de 400 páginas
Um livro do gênero que você menos leu ano passado (drama)
Um livro que já virou uma adaptação cinematográfica


    Minhas considerações a respeito dessa leitura:

    Precisamos falar sobre o Kevin: O que dizer dessa obra? Estou sem palavras! Essa leitura me despertou diversos sentimentos conflitantes. Eu senti um ódio mortal pelo Kevin, que personalidade era aquela? Mas acho que senti mais raiva ainda do pai idiota que teimava na ideia do filho ser um anjo, nunca acreditava na esposa que via quem realmente era o filho e quais suas intenções. Gente, que personagem babaca, afff...o filho fazia algo errado e ele não queria enxergar, e o pior, passava a mão na cabeça do "filhinho querido" e dizia 'EU TE AMO CAMPEÃO!'.
    Quanto a Eva, a mãe de Kevin, essa não era lá o exemplo de boa mãe, nunca quisera ter um filho, apenas cogitou a ideia para agradar o marido insosso. Ela não amava a criança, não sei se pela repulsa do próprio Kevin para com ela, ou se porque ela realmente enxergava sua cria inescrupulosa.
    Adorei essa leitura, apesar de ter muitas partes maçantes, ela traz vários conflitos familiares e questões para fazer o leitor refletir. Até que ponto chega o amor materno e o que leva uma pessoa a tornar-se um psicopata? A pessoa já nasce com um gene ruim ou é uma característica adquirida? 

     Então, cinco estrelinhas para ela <3


    Sinopse: Edição especial de Precisamos falar sobre o Kevin, romance de Lionel Shriver vencedor do Prêmio Orange em 2005, com capa inspirada no filme dirigido por Lynne Ramsay, com Ezra Miller no papel Kevin, John C. Reilly como seu pai, Franklin, e Tilda Swinton como Eva Khatchadourian, interpretação que lhe rendeu a indicação ao Globo de Ouro e ao Bafta de melhor atriz.

    Em Precisamos falar sobre o Kevin, Lionel Shriver realiza uma espécie de genealogia do assassínio ao criar na ficção uma chacina similar a tantas provocadas por jovens em escolas americanas. Aos 15 anos, o personagem Kevin mata 11 pessoas, entre colegas no colégio e familiares. Enquanto ele cumpre pena, a mãe Eva amarga a monstruosidade do filho. Entre culpa e solidão, ela apenas sobrevive. A vida normal se esvai no escândalo, no pagamento dos advogados, nos olhares sociais tortos.

    Transposto o primeiro estágio da perplexidade, um ano e oito meses depois, ela dá início a uma correspondência com o marido, único interlocutor capaz de entender a tragédia, apesar de ausente. Cada carta é uma ode e uma desconstrução do amor. Não sobra uma só emoção inaudita no relato da mulher de ascendência armênia, até então uma bem-sucedida autora de guias de viagem.

    Cada interstício do histórico familiar é flagrado: o casal se apaixona; ele quer filhos, ela não. Kevin é um menino entediado e cruel empenhado em aterrorizar babás e vizinhos. Eva tenta cumprir mecanicamente os ritos maternos, até que nasce uma filha realmente querida. A essa altura, as relações familiares já estão viciadas. Contudo, é à mãe que resta a tarefa de visitar o "sociopata inatingível" que ela gerou, numa casa de correção para menores. Orgulhoso da fama de bandido notório, ele não a recebe bem de início, mas ela insiste nos encontros quinzenais. Por meio de Eva, Lionel Shriver quebra o silêncio que costuma se impor após esse tipo de drama e expõe o indizível sobre as frágeis nuances das relações entre pais e filhos num romance irretocável.
[SKOOB]

    Quem ai já leu essa obra? O que acharam? Já assistiram a adaptação? (essa é a minha próxima meta...kkkkk)

        Beijokas da...


2 comentários:

  1. se eu ouvir falar sobre esse livro eu nao lembro, nao faz mt meu estilo tb... falo nada dessa maratona, vi que ja flopei geral. so li 3 livros pois estava viajando e em viajem nem vem que eu vou ler usauashusah
    tonsdeleitura.blogspot.com

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  2. Ainda não li mas sou apaixonada pelo filme, imagino que a obra seja ainda melhor e realmente mereça as 5 estrelas,
    Beijoos,
    Sétima Onda Literária

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