Resenha: A Mediadora - O Arcano Nove (livro 2)

Autora: Meg Cabot
Editora: Record
Ano: 2005
Páginas: 296
Tradutor: Clóvis Marques

SINOPSE
"Para uma adolescente, trocar de cidade pode ser um trauma. Para Suzannah, a mudança de Nova York para Califórnia está sendo ótima: novos amigos, muitas festas e dois caras bonitões e muito interessantes. Só que um deles é um fantasma. E o outro pode matá-la. Suzannah é uma mediadora, uma pessoa capaz de se comunicar com os mortos e resolver as pendências deles na Terra. A velha casa para onde se mudou com a mãe e o padrasto é assombrada por Jesse, um fantasma jovem e gentil. Como Jesse não liga muito para ela (e, além do mais, está morto), Suzannah se entusiasma com o interesse de Tad Beaumont, o garoto mais cobiçado da cidade. Mas o fantasma de uma mulher, cujo assassinato pode ter relação com um mistério no passado de Tad, a atormenta. E a vida de Suzannah pode estar ameaçada. Ser adolescente é complicado. O que dizer de uma garota que precisa dividir sua atenção entre a própria vida e a morte dos outros?"  [SKOOB]

Suzannah Simon é a mediadora, ela tem o dom de falar com os mortos. Não apenas falar, ela é quem os ajuda a resolver os "negócios inacabados" para seguir adiante. Suas primeiras semanas na Califórnia foram agitadas, livrando-se de um fantasma de uma adolescente estérica que cometeu suicídio poucas semanas antes. Ao contrário de em Nova York, onde antes morava, ela se tornou popular, sendo, inclusive, nomeada a vice-presidente de turma.

Mas os problemas não terminam, ainda que tudo pareça estar correndo bem. Jesse, o fantasma, ainda mora em seu quarto, apesar de agora ele e Suzannah estarem se dando bem. Bem é pouco, pois a mediadora começa a ter de se fechar, com medo de acabar se apaixonando pelo fantasma.

Neste contexto ela conhece Tad Beautmont, o rapaz mais rico e mais lindo da cidade, com quem ela acaba se envolvendo. Porém as coisas não podiam ser boas para Suze. Um fantasma de uma mulher implora que ela diga a "Red" que ele não a matou, e tudo indica que esse tal Red é na verdade o pai de seu interesse amoroso.

Tendo que lidar com fantasmas, assassinos e problemas adolescentes, Suze tenta convencer sua mãe que a vida está muito mais normal que em Nova York, assim como ignorar seu crescente sentimento por seu colega de quarto fantasmas e as mudanças ainda recentes em sua vida.

Sempre tratado com grande humor, o livro é do tipo que a gente começa a ler e não quer mais parar. Leitura rápida, com uma linguagem bem jovial. As aventuras surgem, assim como os mistérios por trás dos poderes da mediação. A curiosidade apenas aumenta conforme lemos e terminamos mais um livro. O que, afinal, é ser A Mediadora?

  



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